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O espaço das mulheres no canteiro de obras

Ao longo dos anos, as mulheres têm conseguido mostrar a sua força, conquistando o seu lugar no mercado de trabalho. Com dedicação e profissionalismo, elas estão adentrando cada vez mais áreas que antes haviam funções consideradas exclusivas para os homens, entre elas a área da construção civil. Mais de 40 mulheres estão trabalhando nos canteiros de obras da Construtora Celi e atuando em diversas funções. Entre serventes, arquitetas, engenheiras, técnicas e gerente de obras, estão a Engenheira Jaqueline Ribeiro e a Técnica de Segurança do Trabalho Samara Dantas.

Jaqueline é baiana, formada há 10 anos em Engenharia de Produção Química e possui pós em Engenharia de Suprimentos e Segurança do Trabalho. Sua rotina é visitar todas as obras da Construtora Celi para acompanhar o cumprimento das Normas de Segurança e a realização das atividades de forma a preservar a integridade do colaborador, além do trabalho de conscientização. Mesmo trabalhando nas obras, Jaqueline afirma que uma das coisas que não abre mão é a sua vaidade e feminilidade. “Embora busque obter o respeito pela postura profissional e competência, não dispenso um rímel e blush para trabalhar. Acredito que a mulher não precisa se vestir de forma masculinizada para ser respeitada”, relata a engenheira.

David Brito é Técnico em Segurança do Trabalho na obra de Interligação das Avenidas Augusto Franco com a Gasoduto e comentou que a participação das mulheres na área da construção civil é uma quebra de barreiras muito importante em relação a igualdade de direitos. “Essa imagem de que na nossa área só homens devem trabalhar é uma visão primitiva. As mulheres conseguem ter uma percepção muito melhor e isso contribui muito para o desenvolvimento do nosso trabalho”, explica o técnico, que trabalha na obra ao lado da colega de profissão Samara Dantas.

Natural da cidade de Nossa Senhora da Glória, Samara é formada em Segurança do Trabalho há cerca de 9 anos. Sua rotina começa às 7 horas da manhã, fiscalizando as necessidades dos trabalhadores e os equipamentos de segurança individual. Para aquelas que pensam em entrar na área, Samara incentiva e diz acreditar que toda mulher tem a mesma capacidade que o homem, afirmando não acreditar que mulher seja o sexo frágil. “As mulheres que pensam em trabalhar na área devem entrar sem receios, porque dificuldades todas as profissões irão ter e independente do que a mulher escolher seguir ninguém poderá dizer que ela é incapaz. É trabalhar, não desistir nas primeiras dificuldades até conseguir o seu lugar”.

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